
Pronto para estrear rodas novas faltava só afinar as mudanças. O Luís, que não sabia que sabia afinar mudanças, fez o trabalho de as afinar correctamente. Quando chegou o ultimo membro do grupo lá fomos nós para Sintra.
O tempo estava o costume para esta zona: nublado. Lá chegamos e começamos a fazer e mesma volta da outra vez. Subir, subir, subir... Tirar fotos e subir, subir, subir. Em certa altura começa a cair umas gotitas: "- Deve ser humidade!". Entretanto a humidade começa a ficar mais densa: "- É em frente!". E lá fomos.
Muita chuva. Descobri que o meu impermiavel não é impermiavel. Também descobri que os travões travam na roda mas a roda não trava no chão. Isto fez-me lembrar que ainda tenho que arranjar algum equipamento.
Nos trilho foi muito bom: grandes descidas acidentadas, muitos ramos, poças, lama. Saltos melhores, outros não tão bem executados. Foi fixe. Com Sol seria o máximo.
Não éramos os únicos, haviam por lá outros BTTistas e escuteiros. Esses é que deviam de estar a sofrer. Andar debaixo de chuva não deve de ser para todos. Para nós funcionava mais ou menos como motivador para despachar e andar mais depressa, agora os escuteiros andar carregados com mochilas. Bom, há malucos para tudo. É o que eu chamo de espírito de campista.
Um total de 18Kms. Ainda não foi desta que fui à barragem da mula.
No comments:
Post a Comment