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Após faltar aos treinos por motivos de força maior regressei às aventuras ciclisticas. Começou pela apresentação do melhor que há em Sintra a um principiante.
O passeio começou às 16h quando ainda era de dia. Da barragem da mula até aos capuchos deu para sentir um pouco de ferrugem nas pernas. Estando lá em cima foi feito o trilho do costume e como de costume enganei-me no caminho. Depois foi o regresso até ao cruzamento dos capuchos.
O primeiro reparo que faço é que o caminho está melhor: há menos troncos soltos no chão e está mais transitável. O segundo reparo é que às 17h é de noite e valha-nos as luzes. O terceiro e ultimo é que fiz a volta sem largar muitos gritos de adrenalina até que cheguei a um ponto em que a floresta se adensou num trilho com chão regular que soube tão bem que tive que dar uso à garganta. Por coincidência, nessa descida, mesmo depois de ligar a minha buzina, apareceram dois ciclistas em sentido contrário. Foi pura coincidência eles aparecerem, eu ter gritado um pouco antes e não ter acontecido uma ocorrência. Ufa!
Depois foi o tão esperado trilho das pontes. De noite. Quem manda anoitecer tão cedo? E era o que se via na foto. Fizemos a primeira metade muito devagar mas fizemos. Eu ia à frente e quando encontrava uma ponte dizia: "- Faz a ponte que eu ilumino!". Ambos levámos histórias para contar.
Desta vez foram 16Km. É pouco mas se dizem que os Kms no mato contam a dobrar de certeza que os Kms no mato à noite contam a triplicar.
2 comments:
Maaaaaannn isso é muito à frente. Mas no fundo, para quem faz ideia do que parece o trilho das pontes de dia, à noite não deve ser muito mais escuro. Escuro e frio. A ver se organizamos aí um "invento", mas quando estiver um bocado mais que sete graus negativos.
É mais escuro sim. É como no ultimo nocturno mas as arvores atravessa-se à frente. É um nível ainda mais difícil.
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