
E afinal fui mesmo às pontes. Fui matar as saudades.
Aproveitei a hora extra para andar de bicicleta e não estou nada arrependido. Até deu para chegar a casa a horas decentes.
O inicio foi com a subida mais agreste que se fez em pequenas etapas mas lá se fez. Lá em cima foi altura de retemperar as energias. E funcionou tão bem que a energia ficou no topo e deu para avançar pelos trilhos dos quais tinha tantas saudades. Era mesmo daquilo que eu estava a precisar. Na realidade não há que fugir para outros caminhos quando ali é que está mesmo o melhor do passeio.
Ou os trilhos ficaram mais pequenos, ou aquilo estava a correr bem, ou estava quente até em Sintra. Ou então todos os anteriores.
Quedas houveram uma quantas mas não fui eu que cai. Tive alguém que fez isso por mim e foi pelo menos umas 3 vezes, duas das quais estão parcialmente documentas com imagens em movimento.
Nos capucho foi feita uma nova pausa onde houve mais cumbibio com os companheiros de paixão. Lá encontrei um colega do meu mentor destas coisas. Contou-me que ele vinha a caminho mas eu não vi nada.
Foi então altura de ir para o famoso trilho das pontes. Desta vez estava com planos de fazer tudo de seguida para documentar quanto tempo é que ia demorar a fazer a descida. Só me esqueci é que ia com uma pessoa que foi fazer o trilho pela primeira vez. Ou seja, fazia um bocado e parava para ver se o rapaz ainda estava vivo. E estava. Acho que meio assustado mas fez o trilho todo. Eu o que digo é que a primeira vez assusta qualquer um. Eu pessoalmente adorei e só mandei uma quincada com o volante que lhe saltou a tampa, dei umas quantas guinadas e fiz umas poucas de razias às árvores.
Depois fomos ter outra vez à barragem onde lá encontrei outra vez o colega. Afinal combinaram esperar ali. Mas afinal vão esperar pelo menu colega nos travesseiros. travesseiro hoje para mim não houve, mas sempre arranjei um café na praia depois de almoço. Belo Verão.
Hã... E o GPS está como novo. Sem espinhas.
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