19 March, 2007

BTT: Ciclovia de Cascais



Este fim de semana foi um passeio diferente. Seguindo recomendações fui experimentar a ciclovia de Cascais. Não fui sujar a bicicleta e fui experimentar terreno plano. A conclusão é que é muito mais fácil: nada de subidas custosas nem de ter que adivinhar o caminho.
Começamos ao pé das BICAS de Cascais mas à hora que lá chegámos já não havia nenhumas livres. Virámos para o lado do Guincho e foi sempre a pedalar na ciclovia. A nível físico fez-se muito bem. A outros níveis também. O único senão é que haviam muitos peões na ciclovia, existindo uns que se metem à frente das bicicletas. Fora isso foi excelente. Até descobri que os meus pneus têm um derrapar agressivo.



Como se pode ver o tempo estava bom. Não estava vento e havia muita gente a passear a até a tomar banho. Muitas pessoas a fazer desporto: bicicleta, partins, corrida, motociclismo, automobilismo e até segway no mato.
Chegado a este ponto voltamos para trás. A volta de regresso também foi feita nas calmas. Mas não ficamos no ponto de partida, avançamos até à marina de Cascais, passando pela boca do inferno.



A marina está em obras mas tinha muita gente. Estive no heliporto e numa parte nova da marina. Aqui também havia muitas pessoas a andar de barcos, barquinhos e barcões.
Isto de fazer passeios planos dá para fazer mais quilómetros e observar mais as vistas. Não tem é tantas descidas. Mas foi bom variar. 24Kms com algumas paragens e sem percalços técnicos. Recomendo para iniciados ainda mais no inicio do que eu.

15 March, 2007

11 March, 2007

BTT: Sintra como quem vem da Maveira da Serra



Domingo de Verão em pleno Inverno, Sol, Malveira da Serra, 10 horas: passeio semanal de BTT.
Logo no começo foram 2Kms a subir, subir. Bom bom era descer, mas para isso é preciso subir. O caminho passou logo por uma pista de downhill para avançados. Quando eu chegar a esse nível já sei que há aqui uma pista boa. Grandes saltos.



E depois foi subir ainda mais. Muito. Quem sobe por gosto também cansa. Mas o tempo estava bem bom e os caminhos eram todos novos para mim. Houve a necessidade de por o instinto a funcionar e o sentido de orientação.



Chegámos ao topo: não se acabaram as subidas mas chegámos ao ponto mais alto. Não havia máquina fotográfica potente o suficiente para capturar a paisagem. Só mesmo estando lá.
O primeiro objectivo foi cumprido: chegar à Pedra Amarela.



Dava para ver a ponte 25 de Abril com o Cristo Rei, a Costa da Caparia até a Guincho! Ao mesmo tempo podia-se ouvir os carros e motas no autódromo do Estoril.



Fui mesmo lá a cima. Vento fresco, bela paisagem, altura ideal para fazer uma pausa e comer. Foi a primeira parte da recompensa de tando subir.
A partir daí foi só descer. Foi excesso de descida a mais. Um desperdicio. Tanta energia a subir e depois está-se lá em baixo num instante.



Mas o segunto objectivo também foi comprido: Barragem da mula. É aqui. Já sabemos cá vir ter. Antes não sabiamos mas agora é só seguir as setas.



Atravessámos a estrada para o outro lado e o cenário mudou por completo. Fiquei admirado em encontrar cavalos soltos. É isso. São aquelas coisas pequenas na foto. Parecia que estávamos num episódio da Heidi. Campos verdejantes com flores, cavalos a correr livremente, ovelhas a pastar e trilhos desenhados no meio da relva. Esta ultima parte foi interessante.
Depois de passar por estes campos fomos ter a uma descida que só lá devem de passar motas e malucos. Aquilo para descer nem com a bicicleta pela mão, mas foi como nós fizemos, tivemos sorte. Depois mais um pouco de mato, um pouco de alcatrão e chegamos ao carro.
Mais 19Kms, muita água e ar puro. Belo dia de Verão.

08 March, 2007

Foto tipo passe




Ontem à noite fui fazer uma coisa que não fazia há muito tempo: tirar uma foto tipo passe.
Arranjei-me e fui a uma loja de fotografia dos tempos em que ainda se ia à loja para revelar as fotografias. Era a minha loja favorita. Era porque foi e também porque já não é. Cheguei lá e sentei-me para tirar as fotos. Click, click, click... A máquina era uma digital normal com fita cola isolante à frente do flash que de uma maneira qualquer sem fios fazia disparar dois flashs externos.
Eu acho que fechei os olhos em todas as fotos mas isso são os meus excelentes reflexos. O problema é que o flash fazia reflexo nos óculos. Ora no lugar de mudar a posição dos flash o Sr. Fotografo disse para eu inclinar os óculos que nos documentos não se ia notar nada. Eu comecei a achar que estava a ser enrolado mas lá lhe fiz a vontade. Mais uns quantos clicks e o Sr. disse que já estava. Saio do lugar pergunto qual o preço e o Sr. abre a máquina e diz: "- Ohhh... Vamos ter que tirar outra vez!" Parece que se tinha esquecido de por um cartão na máquina. Tirei mais fotos de óculos tortos e fui tomar um café. Quando voltei paguei as fotos e fiquei assustado com o que vi: as fotos estavam uma vergonha. Está bem que as fotografias não fazem milagres mas aquele não era eu. Via-se mesmo que estava a fazer frete e que tinha os óculos tortos. Tinha que tirar fotos noutro sitio. O problema não foi do material porque tudo aquilo, à excepção dos flashs, era material simples.
Noutra loja pequena que eu nem sabia que tiravam fotos tipo passe voltei a tirar fotos. Fui para um cantinho minúsculo e a Sra. com uma máquina normal (a minha é melhor) num tripé tirou as fotos. O flash usado foi o da própria máquina e quando tirou a primeira deve ter visto que fazia reflexo nos óculos e subiu o tripé! Ela tem que falar com o Sr. da primeira loja para lhe dar esta dica. Depois de tirar umas quantas fotos, saca o cartão, mete na máquina de imprimir fotos selfservice, mostra as fotos para eu escolher e pimpampum, fotos impressas. Estas estavam bem melhores que as primeiras. Nesta até sorri um pouco.
Conclusão, as lojas fotográficas já não têm equipamento milagroso que não se tem em casa. Tudo o que fizeram nas lojas eu também fazia em casa com a diferença que deveria de demorar um pouco mais de tempo. E pelo menos eu já li alguns livros a explicar alguns truques sobre fotos digitais. Só fazia bem a alguns Srs. das lojas fotográficas essas leituras.

07 March, 2007

Acoustical liberation of books in the public domain




Se não tens tempo ou paciência para ler livros és como eu. Senão estás de parabéns, tens um hobby muito educativo. Mas por não ler não quer dizer que não goste de cultura nem de livros.
Então e se fosse ouvir um livro? Pois encontrei um site onde isso é possível. No Librivox existe a possibilidade de sacar livros grátis. A maioria é em inglês, como seria de esperar, mas também encontrei alguns em Português do Brasil. É só fazer download do mp3, por no leitor e já tá.
Quem quiser pode-se oferecer como voluntário para ler os livros. Amanhã sem falta!

06 March, 2007

What Time Of Day Are You?

You Are Midnight

You are more than a little eccentric, and you're apt to keep very unusual habits.
Whether you're a nightowl, living in a commune, or taking a vow of silence - you like to experiment with your lifestyle.
Expressing your individuality is important to you, and you often lie awake in bed thinking about the world and your place in it.
You enjoy staying home, but that doesn't mean you're a hermit. You also appreciate quality time with family and close friends.

05 March, 2007

O fenomeno heroes



Pois é. O Heroes está no ar.
Até em Portugal o fenómeno acontece. Para tal basta ler um post do Nuno Markl. Já há quem consiga aguentar com comboios inteiros em cima.
Cada episódio é um refrescar de todas as ideias que tínhamos sobre as personagens. Há muito tempo que não havia uma série com o Heroes.
Para quem não sabe esta série ainda não dá nos canais portugueses. Parece que a TVI já comprou mas ainda não começou a emitir. Quem não consegue ver é matar a curiosidade na net aqui, aqui e aqui.

04 March, 2007

BTT: Sintra molhada



Pronto para estrear rodas novas faltava só afinar as mudanças. O Luís, que não sabia que sabia afinar mudanças, fez o trabalho de as afinar correctamente. Quando chegou o ultimo membro do grupo lá fomos nós para Sintra.
O tempo estava o costume para esta zona: nublado. Lá chegamos e começamos a fazer e mesma volta da outra vez. Subir, subir, subir... Tirar fotos e subir, subir, subir. Em certa altura começa a cair umas gotitas: "- Deve ser humidade!". Entretanto a humidade começa a ficar mais densa: "- É em frente!". E lá fomos.
Muita chuva. Descobri que o meu impermiavel não é impermiavel. Também descobri que os travões travam na roda mas a roda não trava no chão. Isto fez-me lembrar que ainda tenho que arranjar algum equipamento.
Nos trilho foi muito bom: grandes descidas acidentadas, muitos ramos, poças, lama. Saltos melhores, outros não tão bem executados. Foi fixe. Com Sol seria o máximo.
Não éramos os únicos, haviam por lá outros BTTistas e escuteiros. Esses é que deviam de estar a sofrer. Andar debaixo de chuva não deve de ser para todos. Para nós funcionava mais ou menos como motivador para despachar e andar mais depressa, agora os escuteiros andar carregados com mochilas. Bom, há malucos para tudo. É o que eu chamo de espírito de campista.
Um total de 18Kms. Ainda não foi desta que fui à barragem da mula.