Showing posts with label ponto geodésico. Show all posts
Showing posts with label ponto geodésico. Show all posts

10 June, 2009

Segway nos trilhos de Sintra



Organizei mais uma experiência. Fruto das investigações descobri que se podia andar de Segway em Sintra. Nada como experimentar para poder comentar.
O tempo estava típico de Sintra: nas outras terras estava Sol mas em Sintra o Sol demora sempre um pouco mais a aparecer. E no inicio esteve mesmo nevoeiro.
Inicialmente foram 30 minutos para nos habituarmos às máquinas. É supostamente intuitivo. Tão intuitivo como fazer quedas acrobáticas. Mas nos treinos dei só uma. Umas guinadas para um lado e para o outro e na realidade não é nada complicado de andar de Segway.
Quando nos sentimos preparados lá fomos os 3 para os trilhos com subidas e descidas, pedras e ramos. Na verdade se fosse em estradas alcatroadas não tinha metade da piada. Porque as quedas/desequilíbrios ocorreram sempre quando um pneu escorregava e o equilíbrio ficava comprometido.
Visitamos um ponto geodésico com esclarecimento da história do mesmo, fomos até à floresta encantada e ficamos a saber de histórias de ninjas e de senhoras vestidas de branco que vão nas noites de lua cheia para Sintra. Tenho que marcar uma nocturna numa noite de lua cheia.
No meio do percurso tivemos oportunidades de dar umas voltinhas no mesmo terreno onde encontrei uma pequena rampa onde deu para praticar uns pequenos saltos.



Foi um excelente passeio de 10 Kms onde me desequelibrei 2 vezes e descobri mais uns locais para ir andar de bicicleta.
Parece que o próximo evento do género é buggies em Sintra.

02 November, 2008

BTT: Trilho do sobe e desce



O tempo não estava grande espingarda. O destino era incerto. O frio só se sentia do lado de fora da janela. E havia alguma possibilidade de chuva.
Equipei-me a preceito e fui pá rua.
Dirigimo-nos pela estrada para o inicio do trilho do Bruxedo, o novo inicio. Foi um pouco de alcatrão para tentar aquecer. O trilho continua bom como sempre e o não ter chovido na noite anterior fez com que o chão tivesse a aderência certa. Belas descidas. A falta de vegetação faz prever que o trilho não dure muito mais tempos. Vou ter esperança de que estou enganado.
No fim do trilho fomos para a vacaria com a ideia de fazer a nocturna de dia. A certa altura veio a vontade de descobrir coisas nova e fizemos um desvio. Correu muito bem as descobertas. Umas subidas agrestes até lá mesmo a cima (sei que estava no topo porque estava lá um ponto geodésico a assinalar) umas descidas porreiras a condizer. Ficou a vontade de lá voltar para fazer uns quantos trilhos no sentido invertido para apanhar umas quantas descidas em sequência com um saltito no meio. O inicio do trilho está na foto acima. E é esse o trilho do sobe e desce. Está já ali e tem potencial.
De seguida foi o regresso à base pelo caminho mais perto e assim se fizeram 27Kms até às 13h. Esta coisa de acabar as voltas a horas decentes é bom.

13 July, 2008

BTT: Estádio nacional



Uma estreia: estádio nacional.
É um local muito frequentado por adeptos de muitos desportos, incluindo BTT.
Ao nível de BTT a volta teve 2 grandes descidas, as quais passei ao lado. E a primeira foi um susto que por acaso não se transformou em queda e correu extremamente bem. Calhou bem.
Passamos por uns trilhos jeitosos, visitamos a 3 pontes, subimos até ao ponto geodésico, descemos até ao estacionamento, subimos e descemos novamente. Foi pouca kilometragem, só 13Kms. Mas foi reconhecimento.
De resto achei interessante a pista de canoagem que tinha todas as canoas alugadas.
Ambiente muito animado que acabou à hora do almoço.

26 April, 2008

Pedestre Sintra - preview



Após algumas conversas finalmente vai acontecer. Um pedestre a Sintra. E este foi a previsão. Fomos ver se vale a pena e o que é que há de interesse. Não fiquei desapontado. Fica ali mas há coisas novas para ver no meio da serra.
Descobri que fiz o caminho ao contrário, que o GPS não é assim tão mau como tudo isso e que os srs. que fizeram esta volta não têm muito jeito para desenhar mapas pois ou os trilhos andam sempre a mudar de sitio ou eles não vieram aqui confirmar se há caminhos. Mesmo assim com a técnica de campista deu para desenrascar.
O cenário é um espectáculo: tudo muito verde e muito silencioso. A vista é muito boas: deu para ver desde a costa até ao convento de Mafra, passando pelo Guincho, cabo da Roca até à Ericeira. Tragam os binóculos ou maquinas fotográficas com zooms poderosos.
Hã, e pela primeira vez fui à Peninha. E vi o wally ao pé dos burros.

30 March, 2008

BTT: Bruxedo ao fim do dia



Finalmente consegui interromper o meu blackout de BTT. Soube muito bem. Primeiro era para não ser, depois era para ser de manhã mas afinal foi à tarde. Uns foram para a Ericeira, outros para a Brandoa e outros chegaram a casa às 9h da manhã. Este últimos, depois de descansarem, foram comigo andar de bicicleta para acordar um pouco. O que se quer é que à noite se durma bem.
Apesar de ter chovido de manhã havia pouca lama o que foi ideal para um pequeno passeio de 10Kms pelo bruxedo. Fui ali às Quarteiras fazer uma visita de médico para obter informações sobre a razão pela qual não se concretizou um passeio de BTT de Pascoa e afinal tive oportunidade de rever velhos amigos. É o cumbibio.
No fim tive oportunidade de visitar mais um ponto geodésico que estava ali a assinalar aos aviões que para não acertarem na serra.
Continuo a sentir saudade de passeio com maior adrenalina como alguns mas as poucas descidas que fiz desta vez foram suficientes para me acalmar e preparar para mais uma semana de não-BTT.

17 November, 2007

BTT: Água derramada



Alentejo. Sábado. 9h00. Frio. Bicicletas em cima do carro. Comecei logo a recuperar logo energias mesmo antes de começar a exercitar as pernas. O doce deste passeio não é bem um doce mas sim uma especialidade local que é comida com muita guloseima: o pão Alentejano é mesmo uma delicia.
Com a barriga aconchegada foi vestir o equipamento de inverno, preparar as bicicletas e começar o passeio. A Floribela estava motivada e o tempo não estava mau. Lá começamos em direcção à estação de comboios que está toda bem arranjada com passagem desnivelada. Do outro lado encontrei uma "Taberna Tradicional Alentejana" mas achei o nome demasiado comercial.
Entramos na estrada que vai dar até água derramada e foi sempre, sempre, sempre em frente. Afinal o Alentejo é uma planície.
Engraçado é que no meio desta planície encontrei um ponto geodésico. Fiquei contente pois este foi o primeiro que não tive de subir para lá chegar.



Seguimos o caminho até encontrarmos a única subida do passeio: a passagem por cima da autoestrada. Como o passeio não podia ser só estrada lá mais à frente fizemos um desvio mata o mato. Mais parecia que estávamos na neve porque a areia era quase branca. Um desafio não haja duvida porque por pouco ficamos atascados. Mas a insistência tirou-nos dali.

De volta para o alcatrão chegamos finalmente a Água Derramada. São umas casas à beira da estrada com duas tascas, uma estação elevatória de água, uma paragem da "carreira" e uma reserva natural de veados. Esta reserva foi a que me lixou o caminho pois tinha planeado passar mesmo por ai e nessa entrada está um portão.



As medidas para seguir o caminho não tiveram sucesso pois entramos num terreno vedado que só tinha uma entrada. Assim voltamos para trás e retomamos o caminho inicial. É o que acontece quando se planeiam passeios no Google Earth, mas quem não arrisca não petisca.
O passeio teve um total de 36Kms. Foi uma bela primeira investida ciclistica no Alentejo.

08 August, 2007

Caminhada: Alto do corisco



Oito da matina e está na hora de fazer uma caminhada até ao ponto mais alto da serra que se vê na fotografia. As coisas estão preparadas, máquina fotográfica prontra, água armazenada e está na hora de começar. Depois de arranjar um bastão para auxiliar na subidas estava tudo completo.

Decidimos ir pela maior subida e voltar por um caminho mais suave. A meio da subida apareceu o vento. A encosta nesse ponto deixou de ser protegida pelos montes que a rodeiam.
À distancia a subida final parece muito grande e íngreme. E na realidade é mesmo. Mas quando se está a subir até se faz bem. Só não se pode é voltar para trás.




Ao fim de 3 Kms estávamos no topo. No marco geodésico do Corisco o vento era bastante forte.



Foi um bom local para desabafar e largar os poucos restos de stress que ainda pudessem resistir.
Lá em cima a vista era espectacular e foi uma boa oportunidade para recuperar energias e tirar fotos. Deu para ver a serra da Nossa Senhora da Graça mesmo ali ao lado.
A minha primeira caminhada teve um total de 9,5 Kms no meio de pedras e arvores. Fica longe mas recomenda-se.

11 March, 2007

BTT: Sintra como quem vem da Maveira da Serra



Domingo de Verão em pleno Inverno, Sol, Malveira da Serra, 10 horas: passeio semanal de BTT.
Logo no começo foram 2Kms a subir, subir. Bom bom era descer, mas para isso é preciso subir. O caminho passou logo por uma pista de downhill para avançados. Quando eu chegar a esse nível já sei que há aqui uma pista boa. Grandes saltos.



E depois foi subir ainda mais. Muito. Quem sobe por gosto também cansa. Mas o tempo estava bem bom e os caminhos eram todos novos para mim. Houve a necessidade de por o instinto a funcionar e o sentido de orientação.



Chegámos ao topo: não se acabaram as subidas mas chegámos ao ponto mais alto. Não havia máquina fotográfica potente o suficiente para capturar a paisagem. Só mesmo estando lá.
O primeiro objectivo foi cumprido: chegar à Pedra Amarela.



Dava para ver a ponte 25 de Abril com o Cristo Rei, a Costa da Caparia até a Guincho! Ao mesmo tempo podia-se ouvir os carros e motas no autódromo do Estoril.



Fui mesmo lá a cima. Vento fresco, bela paisagem, altura ideal para fazer uma pausa e comer. Foi a primeira parte da recompensa de tando subir.
A partir daí foi só descer. Foi excesso de descida a mais. Um desperdicio. Tanta energia a subir e depois está-se lá em baixo num instante.



Mas o segunto objectivo também foi comprido: Barragem da mula. É aqui. Já sabemos cá vir ter. Antes não sabiamos mas agora é só seguir as setas.



Atravessámos a estrada para o outro lado e o cenário mudou por completo. Fiquei admirado em encontrar cavalos soltos. É isso. São aquelas coisas pequenas na foto. Parecia que estávamos num episódio da Heidi. Campos verdejantes com flores, cavalos a correr livremente, ovelhas a pastar e trilhos desenhados no meio da relva. Esta ultima parte foi interessante.
Depois de passar por estes campos fomos ter a uma descida que só lá devem de passar motas e malucos. Aquilo para descer nem com a bicicleta pela mão, mas foi como nós fizemos, tivemos sorte. Depois mais um pouco de mato, um pouco de alcatrão e chegamos ao carro.
Mais 19Kms, muita água e ar puro. Belo dia de Verão.