A brincar, a brincar, já passaram 6 meses desde que iniciei as minhas aventuras motorizadas. Fui dar um passeio até ao sobe e desce, mas de mota, e descobri novas ligações. Descobri trilhos dedicados às 4 rodas. Também andei a decorar os pneus de castanho e a fazer arte circular em terreno plano. De seguida fui até ao Carvalhal só ver como é que param as àguas e no regresso fiz um salto em Lexim. Uma volta muito variada e porreira!
Fui experimentar um trilho novo. Fui até Janas oncontrei um sitio excelente para brincar na areia.
No regresso segui para experimentar um novo trilho no qual houve uma pista com saltos. Fiz uma primeira vez a pista para reconhecer o terreno e de seguida outra vez para ser mais rápido. A parte mais manhosa foi uma curva na parte mais baixo que tinha muita lama. De seguida segui pelo trilho mas sem sucesso porque andam a cair árvores no meio do caminho. Voltei para trás. Belo reconhecimento e mais dois hotspots.
A vontade de andar de mota foi maior do que o frio. Isto foi verdade até o Sol desaparecer. Tenho que arranjar algo que me proteja as mãos pois as luvas já não chegam. No mato aguenta-se bem mas no alcatrão até doi. A volta foi Carregueira e Carvalhal. Neste ultimo spot encontrei 4 jipes a tomar banho. Estavam bonitos.
Decorrente de um certo e determinado número de ocorrências houve uma protecção que estava com vontade de se transformar em duas. Para contraria essa tendência a peça foi reforçada e agora parece um par de esquis prontos para a acção, ou seja, para proteger a parte inferior da mota contra as intempéries das pedras assassinas de protecções que andam por ai. A ver se para a próxima fugo de modo mais eficaz e sem estragar peças.
Seguindo recomendações que me foram dadas participei no passeio de TT Anços 2009. Foi o meu primeiro passeio e como me disseram que era fácil e que era muito bom este ano lá fui. Lá bom foi, agora fácil é relativo. Cheguei a fazer uns convites mas ainda bem que não foram porque foi algo duro. Às 9h já estava no local combinado e já tinha a inscrição feito. Choveu na véspera para acalmar o pó mas durante o passeio só caíram umas gotas. No inicio da volta comecei a fazer um pouco de fila pois apesar de já ter alguma experiência não sou pró nem (muito) maluco. Quando houve possibilidade meti conversa e deixei passar uns quantos. Pouco depois apareceu o primeiro obstáculo do percurso: uma subida de duas faixas com lama. Eu diria que tinha uma inclinação de quase 45º e estava cheia de lama. Eu cheguei a perguntar qual era o lado mais fácil e a mim disseram-me que era igual e se eu queria experimentar a subir ou se queria ser rebocado. Eu disse que ia experimentar e experimentei com sucesso os primeiros dois terços até ficar sem tracção. Depois lá foi o camarada que subiu até à minha posição, meteu a corda e levou-me até lá acima. Foi uma estreia. Depois foi mais trilho e trilhos, alguns que se vê que foram feitos de propósito para o passeio e outros que já existiam antes. Um bocado mais à frente estava o obstaculo seguinte: uma subida que inicialmente era mais fácil mas que no fim tinha uma parte mais inclinada e que era com lama lisa onde não se tinha tracção nenhuma. Uma vez que não havia alternativa lá fiz a parte inicial da subida até que cheguei à parte mais difícil que fiz até meio. Um gajo que lá estava disse que tinha que fazer a subida com mais força para apanhar balanço porque senão não me safava. Outro que lá estava disse para eu por as baixas porque a mota dele era igual à minha era assim (essa parte eu sabia). E lá desci e voltei a subir com força, cheguei a subida mais agreste e consegui passar com balanço suficiente. Era uma subida assustador mas consegui passar. Depois foi mais trilhos e túneis em Mafra até chegar ao ponto do reforço. Estava lá o pessoal todo e a primeira leva via-se que já estavam ali há algum tempo. Eu estava a ver que já se tinham acabado as bifanas. E tinham. Mas estavam umas guardadas lá ao fundo. Deu também para ver que não era o ultimo. Mas estava quase. Não fiquei muito tempo por lá e parti pois sabia que me iam apanhar num instante. Um pouco mais à frente fomos ter a um pequeno troço de um riacho onde só cabia uma mota e que depois tínhamos de sair por uma subida para a esquerda onde já tinha passado muita gente. Tirei as medidas à subida, escolhi a trajectória e safei-me bem. Afinal até que não sou dos piores a fazer obstáculos. Vi quem se tivesse visto mais à rasca que eu. ISto foi ter a uma pequena pista onde haviam dois saltos e umas curvas fixes. De notar que fiz 75% do passeio sozinho seguindo as fitas que estavam pelo caminho. Não me queixo porque era melhor só do que com pessoal atrás a pressionar para passar. Só me enganei no percurso duas vezes mas voltei rapidamente para o caminho correcto.
No fim já não estava no ponto de inicio metade dos carros que estavam no inicio mas estava lá um carro dos bombeiros com água e mangueiras para lavar as motas. Nem com as mangueiras dos bombeiros foi suficiente para limpar os kilos de lama que estavam na mota. Mas sempre ajudou um bocado. A camaradagem foi muito boa e tanto houve pessoal de moto4 como de moto2 que me ajudou. Por lá encontrei mais 3 motas iguais à minha e deu para trocar algumas ideias. Até apareceu um que levou uma DT125 com o pneu de trás careca que se safou bem. Foi um passeio muito bom e ficou aqui registado.
Há coisas que não acontecem por acaso. Parece que me esqueci das chaves de propósito das chaves o que me fez ter de voltar a casa para as ir buscar e que fez com que a policia maritima chegasse primeiro à praia da Samara. E essa é a ordem correcta das coisas. Ao contrário não teria piada nenhuma. Dessa maneira os Srs foram tirar fotos a um jipe que lá estava e eu segui a minha volta nas calmas. Pois o inicio foi na praia da Samarra e depois continuou por trilhos até São Julião. Caminhos novos e interessantes. Num troço teve uma descida e subida com alguma inclinação. Depois uma estrada aos altos e baixos. Lá mais à frente uma incursão em areia pelo meio do mato. Em São Julião deu para retemperar as energias na esplanada mas não deu para brincar no estacionamento devido à escolta. Fiz a ligação com o riacho do Carvalhal por caminhos novos. Depois de andar um pouco ao lado dele atravessei-o e ultrapassei umas quantas poças. Até que vi uma poça que era grande demais para mim. Dei meia volta e voltei para trás. É mais fácil dizer do que foi fazê-lo pois fiquei algum tempo a tentar fazer esta manobra que não foi pera doce. Mas fiz e fiz a mesma subida que já tinha feito da outra vez até à estrada e regressei à base. Acho que já estou pronto para ficar atolado no próximo fim de semana, ou não.
Seguindo algumas recomendações de profissionais da área, uma vez que já tenho alguma (pouca) experiência vou avançar para um passeio de moto4. "- Hã e tal nas provas é que se aprende!" - vamos lá a ver se é mesmo verdade. Vai haver uma prova numa terriola chamada Anços. Não sabia onde era mas já me orientei e já sei como lá ir ter. Afinal já lá tinha passado muito perto de BTT. E como lá fui ver e encontrei estradas conhecidas, por elas segui. Como resultado encontrei mais um caminho para ir ter a Cheleiros. Está visto que todos os caminhos vão ter a Cheleiros. Encontrei inúmeras evidências de que já alguém tinha passado por lá de moto4. Tanto no local como na net. Mas isso são detalhes. E só faltava mesmo que o passeio depois seja pelos mesmos caminhos que tenho andado a descobrir. Venham eles. Hã! Depois de ter andado de bike de manhã e de tarde de Moto4 tinha a recompensa à minha espera em casa: "Pão de Ló de Ovar" vindo directamente do Festival Nacional de Gastronomia de Santarém.
Mais uma aventura com muitas peripécias pelo meio. Resultante de investigação na web descobri que no Carvalhal há caminhos muito bons. Então fui experimentar na prática para ver se é mesmo verdade. Segui pela estrada até ao inicio da estrada de areia. Segui pela estrada plana passando pelo meio de 4 moinhos que estão à venda. Como é de esperar os moinhos estão em sítios altos e assim segui por uma descida muito tecnica que consegui descer bem devagarinho. Ao chegar lá abaixo fui recompensado com um rio fresco que me diverti bastante a atravessar de um lado para o outro. Um excelente local para a pratica de moto4. Para finalizar regressei à base pelo alcatrão feliz por ter conhecido mais uns quantos caminhos. De notar que afinal chegou o Verão.
Com 1 mês e pouco de experiência já me meto a caminho do Cabo da Roca numa caravana de antigos motoqueiros. Antigos porque já não são malucos e só dão umas voltinhas para matar o vicio. O passeio começou nas bombas do Ramalhão, onde encontrei dois Hummers da tropa e 4 Fiats com afiliação partidária. Fomos em direcção ao cabo, passando pela Lagoa azul. Nas bombas vi uma moto4 igual à minha e no cabo estavam lá duas moto4 de outras marcas. Depois do café fomos até à boca do inferno e estava na hora de regressar. O refresso foi feito pelo lado de Colares. Todo o passeio correu bem e totalizou em 89Kms. Parecendo que não também cansa um pouco. Só senti falta de uma coisa: caminhos de areia. É que não estou habituado a chegar ao fim do passeio com a mota tão limpa como quando o comecei.
O tempo escasseia e hoje foi dia de matar as saudades do moto4. Pneus novos montados e tempo semi livre foram as dicas para aproveitar a descobrir novos caminhos. No intervalo dos aniversários tive oportunidade para andar um pouco de mota e assinalo aqui que ultrapassei o meu primeiro obstaculo sólido (uma vez que há 15 dias atrás foi o meu primeiro obstáculo liquido). De reparar que, como sempre, a primeira vez é a que custa mais. Agora sabendo como se ultrapassa este obtaculo passeio a ter novas ligações na cabeça para ir ter à estrada de areia que fica mais perto da minha casa. Isto de ter um veiculo para todo o terreno há que aproveitar as capacidades que o mesmo providência. Há, e os pneus novos de estrada são muito melhores para andar na estrada e no mato. Pelo que estou a ver são os pneus de verão sendo os outros para o inverno.
Como eu já tinha dito afinal houve moto4 e até já houve a molha dos pneus com os meus amigos no Magoito. Passeios têm existido alguns solitários que têm dado para eu me habituar à técnica de navegar nas estradas e em alguns trilhos. Já fui à Carregueira e descobri um novo miradouro, já fui ao sobe-e-desce, Negrais e outros poucos sítios. Numa das vezes, como tinha chovido de manhã, fui com impermeável à espera de lama mas não tive sorte pois o caminho estava todo completamente seco. Na foto acima fui à descoberta das ventoinhas em Almargem do Bispo. Estavam a bombar à velocidade maxima. A vista lá de cima é grandiosa. Ainda há poucos Kms mas já há alguma diversão. De acordo com o que diz manual no primeiro mês não se deve de andar a mais de 40Kms/h. Ok. Eu obedeço, na maioria das vezes.
Um fim de semana radical com boa companhia, bom tempo e em bom local. Fomos passear de Buggy no Guincho e em Sintra. Um experiência nova para mim. Começamos na Areia, seguimos para a as Ruinas Romanas de... Ruinas Romanas. Depois fomos à praia do Abano, de seguida para os Capuchos (por estrada) :( e de seguida para a Peninha. Por mim a volta era mais fixe se fosse mais depressa e por mais mato. Mas ouvi dizer que nem todos os Buggys tinham força para isso e que era proibido. É pena. O almoço foi perto do ponto de partida e foi excelente. Sem querer descobri os melhores filetes de peixe do Guincho. Mais uma bela experiência.
Este ficou assim de andar de moto4. Mas no próximo fim de semana não vai ser moto 4 mas vai ser de buggy. E com sorte não vai chover. Ou então não! "Thumbs up" é que tem de ser sem duvida alguma!
Eu depois de passar por uma fase de cão não fui andar de bike mas fui ver um evento de Moto4 de competição. O tempo estava quase chuva mas aguentou-se bem. Deu para humedecer a lama e, segundo consta, aumentou a tração dos aficionados. Como se pode ver na foto anterior houve a classe de infantis onde eram motas a andar de piloto no lugar de ser o piloto a andar de moto. Mesmo assim foi divertido de ver e até que se aguentaram bem.
Haviam os prós e os outros. Mas todos levantam lama no ar. Havia musica, bom ambiente e muitas motos.
Eles saltavam como podiam. E assisti só aos treinos.
Houve a prova de karts onde existiam só 2. Este era o dos rapazes. Andavam bem depressa e contráriamente ao que se poderia pensar saltavam bem alto.
Mas sem duvida que o maior espectaculo foram as moto4. Só o som animava o pessoal. A bem dizer isto deixa os karts a um canto.
Finalmente usufrui da minha prenda de aniversário. Converti a oferta num passeio de moto4. O tempo estava agradável. Chegamos mais cedo a Setúbal. Quando estava na hora fomos para o interior da propriedade. Recebemos um briefing e experimentamos as máquinas. O instrutor é uma pessoa muito radical pois para ver que dominavamos a mota pediu que encostassemos a moto4 às pernas dele. E começou com o Nuno! É radical sim sôr. Fomos logo informados que iamos ter direito a mais 30 minutos de passeio: viva o dia do pai. Por entre trilhos, lombas, locais onde haveria lama se o tempo estivesse propicio e sitios no meio da natureza trilhámos com as moto4 como se não houvesse amanhã! De tempos a tempos paravamos as motos para termos uma explicação do local onde estáva-mos. Ficámos a saber a história da região e tirámos fotos. Foi uma visita completa. No tempo extra fomos a uma pequena pista com duas lombas, uma valeta e uma descida com curva (na foto acima). Foi um espectaculo. A valeta, se fosse de BTT asustava, mas de moto 4 é sempre em frente. A descida desde que se faça devagar também não tem problema nenhum. Durante todo o passeio a adrenalina estava lá. E pó também. As roupas escuras ficaram claras do pó. Nem um ponto negativo a assinalar no passeio. Correu tudo 5 estrelas. Já tenho o contacto do instrutor e vai ser um passeio para repetir.