10 June, 2009

Segway nos trilhos de Sintra



Organizei mais uma experiência. Fruto das investigações descobri que se podia andar de Segway em Sintra. Nada como experimentar para poder comentar.
O tempo estava típico de Sintra: nas outras terras estava Sol mas em Sintra o Sol demora sempre um pouco mais a aparecer. E no inicio esteve mesmo nevoeiro.
Inicialmente foram 30 minutos para nos habituarmos às máquinas. É supostamente intuitivo. Tão intuitivo como fazer quedas acrobáticas. Mas nos treinos dei só uma. Umas guinadas para um lado e para o outro e na realidade não é nada complicado de andar de Segway.
Quando nos sentimos preparados lá fomos os 3 para os trilhos com subidas e descidas, pedras e ramos. Na verdade se fosse em estradas alcatroadas não tinha metade da piada. Porque as quedas/desequilíbrios ocorreram sempre quando um pneu escorregava e o equilíbrio ficava comprometido.
Visitamos um ponto geodésico com esclarecimento da história do mesmo, fomos até à floresta encantada e ficamos a saber de histórias de ninjas e de senhoras vestidas de branco que vão nas noites de lua cheia para Sintra. Tenho que marcar uma nocturna numa noite de lua cheia.
No meio do percurso tivemos oportunidades de dar umas voltinhas no mesmo terreno onde encontrei uma pequena rampa onde deu para praticar uns pequenos saltos.



Foi um excelente passeio de 10 Kms onde me desequelibrei 2 vezes e descobri mais uns locais para ir andar de bicicleta.
Parece que o próximo evento do género é buggies em Sintra.

07 June, 2009

BTT: Tunel de Belas e novos trilhos da Carregueira



Quase dois anos depois deu-me a pancada de ir ao Túnel de Belas. Desta vez não me deu o ataque do ombro nem fomos aos Fofos de Belas.
Começamos o passeio às 4h. O tempo estava no chove não chove. Fomos desde a minha casa até o Telhal e fizemos o trilho da Carregueira que começa depois da passagem de nível. Estava tão bom como na ultima vez que por lá passei. E senti falta da chuva pois desta foi mais difícil de arrefecer. No fim do trilho continuamos em frente para tentar fazer o trilho que faço quando vamos aos Fofos mas ao contrário. E falhamos mas ainda bem. Descobrimos novos trilhos excelentes onde dei a minha primeira quase queda da tarde. Depois de tentar evitar uns cães avancei por uns trilhos com grande velocidade. Belos caminhos. Quando os trilhos pareciam ter acabado entrei numa estrada larga onde fui mais depressa do que deveria ter ido e uma valeta diagonal quase que me fez perder o controlo. Adrenalina ao máximo. Depois dos ânimos regressarem ao normal ainda havia umas descidas para fazer que tentamos fazer pelos trilhos mais estreitos. Apesar de ser necessário explorar mais afirmo que estão ao nível dos de Sintra.
No fim fomos ter ao caminho que pretendia. De seguida foi subir um pouco de alcatrão, entrar no trilho de Belas e descer os zigue-zagues. Ali um dos senhores decidiu fazer uma derrapagem suave, tão suave que no fim ficou sentado no chão.
Passado algum tempo chegamos finalmente ao Túnel de Belas. Fizemos-o duas vezes. Não tinha água... A chuva anda a fazer mesmo falta. De seguida foi regressar fazendo a descida que vem desde o topo do Belas Clube de Campo até à estrada de Vale de Lobos. Nessa descida foi a minha quase segunda queda. Foi uma valeta perpendicular onde a roda da frente entrou e, felizmente, saiu. É o que dá fazer despiques nas descidas e escolher o percurso com mais pedras e obstáculos.
Depois disto tudo fomos recarregar os bidons ao café pois todos acabamos a água e encher o pneu do outro senhor com a minha bomba nova pois não houve vontade de montar a câmara de ar.
Um belo passeio de 34Kms para iniciar o meu período de férias.

31 May, 2009

Passeio a Fatima



Não foi promessa. Não fui de BTT. Mas voltei com uma bike de ciclismo no carro. Fui passear a Fátima como carro de apoio.
Quando cheguei a Fátima aproveitei para visitar o santuário e tirar umas fotos. Estava muito calor e as sombras estavam todas ocupadas. Mesmo assim haviam muitas pessoas incluindo um grupo de BTTistas que lá foram ter.
No fim da visita fui ter com os ciclistas que fui acompanhar e que fizeram 150Kms. Foi obra. Mas andar com pneus mais fininhos e não apanhar lama deve de ajudar muito para atingir esse objectivo.
O almoço foi no restaurante Casa Beato Nuno e posso dizer que parecia mais um casamento. Foi muito bom e é para repetir.
Depois foi regressar com 39º graus lá fora que se transformaram em 34º em Sintra.

30 May, 2009

BTT: Casa, Capuchos, Casa



Durante a semana não estava a planear que no fim de semana fosse andar de bike. Mas com o aproximar começou a ser inevitável. Adivinhava-se dois dias muito cheios e já que era para encher que fosse de coisas boas. Avaliando as possibilidades existentes e aproveitando a motivação arranjada durante a semana o objectivo foi fazer os trilhos de Sintra começando em casa. E desta vez fui sozinho.
Acordei cheio de vontade para ir dar o passeio e nem foi preciso despertador. Arranjei o farnel e lá fui eu.
Sempre em frente, subir, subir, subir, descansar um pouco e cheguei lá a cima. Parei só duas vezes porque aquilo é uma subida para homens. Estava pouco gente em Sintra e o tempo estava quentinho.
No primeiro trilho que fiz, o das escadas, tive 3 bttistas que partiram à frente, aos quais dei pouco espaço porque pensei que não conseguia fazer aquilo muito depressa. Afinal encontrei-os logo ali. Descasei mais um pouco e lá fiz o trilho a ripar. No fim segui para o trilho da água onde andei mais depressa do que queria mas correu tudo bem.
Em menos de um instante cheguei ao estacionamento para recuperar energias onde encontrei escuteiros muito estranhos. Estava Sol e calor. Parece que dois eram caloiros que foram baptizados com um "chapeu de água". Durante o baptismo gritavam que nem malucas. Eu quase que lhe ia pedir o boné para me refrescar mas contive-me. Sem duvida que eles precisavam era de um baptismo de lama.
Nos trilhos de regresso fiz o primeiro trilho que fiz em Sintra: o que começa do outro lado da estrada do das escadas. É excelente. Muito rápido e divertido. O primeiro é sempre especial.
Na descida fiz metade em alcatrão e metade em trilho. E no trilho os travões ficaram bem quentes. Tive de meter o dedo mas não me queimei. Mas estava bem quente.
Quando já estava a regressar juntei-me ao grupo dos "Porquinhos da Ilda" onde me informaram que a Ilda tinha voltado primeiro. Convidaram-me para participar nos passeios deles que começam mesmo ali no café.
Foi um belo inicio de dia. 30 kms solitários mas com muita companhia, belos trilhos e deu para chegar a horas ao almoço.

23 May, 2009

BTT: Saudades de descer o Bruxedo e Carregueira



Para acabar bem o dia nada melhor que andar de BTT.
Como o dia estava ocupado até ao ultimo milímetro e o tempo estava chuvoso confesso que não estava lá muito motivado para o passeio. Não é que não tivesse vontade de ficar em casa mas também não estava com aquela vontade de ir andar de bike.
Fomos andando de abrigo em abrigo. Primeiro parámos ali ao pé da praça. Como a chuva continuou a mesma avançamos mais um pouco e paramos ao pé da casa das motas onde já não chovia. Seguimos para o Telhal onde tivemos que ficar um pouco debaixo da ponte. Como o tempo não melhorava avançamos mais um pouco.
Como ainda só tinhamos andado em alcatrão a disposição não era a melhor. Mas assim que decidimos ir à Carregueira e entramos pelos trilhos tudo mudou. Foi excelente. Ora a subir ou a descer, pelas poças ou pelo riacho, pelas pedras ou pela lama foi sempre a abrir.
Primeiro passamos pelo trilho que da ultima vez que o tinha feito estava mais apertado com maior quantidade de mato, ou seja, desta vez estava muito mais navegavel. Depois foi decidido que tinhamos que subir até ao moinho para fazer a descida. Pode ser. Lá andamos até lá a cima one recuperamos o folego e as energias antes de fazermos o downhill.
A descida foi muito boa apesar de ter pedra a mais como se pode ver na foto. E pedra molhada escorrega muito. Mesmo assim não sei se foi por não andar há 15 dias ou por estar motivado ou se porque é que foi mas estava mesmo com vontade de descer. Soube mesmo bem. Nem a descida mais agreste do Bruxedo que fizemos de seguida assustou. Era mesmo daquilo que eu estava a precisar. 27Kms de adrenalina com direito a passar pela Serra das Minas para apanhar chuva no fim da volta e ver um gato numa varanda a beber água da chuva.

DayDreamSpa



Depois de ver um evento cansativo como o Downtown nada melhor que usufrui da prenda de Natal. Para a próxima, se houver, a ver se troco as algas pelo chocolate e mais qualquer coisa.

Lisboa Downtown 2009



Fui para Lisboa bem cedo porque ouvi dizer que iam uns malucos descer calçadas. Pela primeira vez fui lá ver isso e, apesar de ter tido pouco tempo para ver o que queria, deu para registar o momento.
Vi por lá muitas escadas e escadinhas por onde poderiam ter passado. Alfama já estava acordada. E nem tinha nada a ver com o DownTown. Mas como era por isso que lá tinha ido apressei-me a deslocar para o local do evento.



Escadas limitadas por fardos de palha com um salto e policia. Depois era esperar e quando os apitos começavam a se ouvir era sinal que vinha ai a manada. Um a um iam descendo. Apenhei a metade final de uma descida e a outra completa. Como estavam em treinos acredito que não estivessem na velocidade máxima. Mas mesmo assim faziam vento quando passavam.
O vencedor não surpreendeu ninguém (pois tem ganho todas as provas) e está na foto abaixo.
Para a próxima tenho que combinar (ou ser convidado para) uma passeio pela Lisboa profunda.



E quem não viu pode ver a prova que está nos dois seguintes vídeos.




16 May, 2009

Benção das fitas 2009



A bênção de finalistas, vista do lado de fora, é muito interessante. Um banho de multidão com muita confusão e uma missa à mistura. Parecem todos chineses a tirar fotos a tudo o que mexe e filmar tudo o que tem cor.
O importante da festa é que há por ai mais uns advogados a entrar no mercado não demora nada. Advogados esses que até foram falar com o Padre duas vezes.
Depois de bronzear um pouco a minha cara fomos até ao festejo particular que teve comida até mais não, dança, entrega de outras fitas, mais dança, karaoke terminando com chuva para lavar o caminho. Foi quase um casamento.
No fim de contas fiquei aqui com 10 gigas de fotos e filmes para mais tarde recordar.
Parabéns a quem de direito. E já agora peço justiça.

09 May, 2009

Amortecer ou não amortecer



É raro mas fiz uma pequena manutenção à minha bike.
O amortecedor estava a amortecer demais. Já enchi o meu Fox Float RP23 com 90psi e já tenho um SAG de 22% (1,2/5.3).
Aprendi também a usar a bomba de pressão. Aquilo tem mais para saber do que inicialmente se pensa. Agora que já sei é extremamente simples. É o que dá não usar manual de instruções.
Estou novamente pronto para sair para os trilhos.

01 May, 2009

BTT: A Floribela em Sintra



O alinhamento dos planetas ditou que no dia do trabalhador a Floribela teve direito a dia de férias com passeio pelas florestas encantadas da terra mais bonita de Portugal. Foi um acontecimento histórico por muitos motivos e mais alguns. Um dia cheio de peripécias mas sem nenhum azar muito grande.
Logo bem cedinho para começar recebi uma chamada a dizer que caiu uma bicicleta no meio da IC19. Não caiu mas escorregou do apoio e por sorte não riscou nada: ficou agarrada pelas fitas e só deu direito a um grande susto.
Quando estávamos reunidos no ponto de encontro fomos para o estacionamento dos capuchos. Lá foi altura de tirar teias de aranha às bikes, encher uns pneus e apertar uns parafusos. Feito isto começamos a pequena subida de alcatrão. E uma das bikes, na sua primeira saida após a bike tour fez talim... e a corrente ficou a arrastar-se no chão. Foi um elo de ligação partido. Coisa que nunca tinha visto (mas já tinha ouvido falar) voltou mais ou menos (menos) ao sitio com a ajuda de umas navalhas e pedras. De seguida tentei colocar a bike numa mudança intermédia para ver se aquilo aguentava o passeio mas talim... Partiu-se o cabo das mudanças. Com esta experiencia altero a minha opinião sobre essas bikes: o mais barato para andar de bike não é ir à bike tou mas sim ir ao Continente. Dois dos participantes ficaram logo ali ficando quadro para o resto da volta.
Lá começou o passeio que teve direito a caminhos radicais, umas pequenas quedas com encontro imediato com os picos, um trilho com água para molhar as calças (que mereceu repetição) e umas quantas pausas para recuperar energias.
No fim da volta, depois de andar a engonhar atrás de um espanhol que se meteu pelas estradas apertadas de Sintra, fui buscar o belo frango assado e ficou assim feito o dia.
Houve ressaca para algumas pessoas mas parece que o Sol fez com que a vontade de repetir não desapareça.