28 April, 2007

BTT: Sintra - o trilho das pontes




Ora mais um passeio em Sintra e desta vez foi só singletracks. Começamos no local do costume e o destino foi o meio das árvores e o melhor que Sintra tem para oferecer. A estreia foi no trilho das pontes. Foi excelente. Cada dia que vou a Sintra conheço locais novos. E este é para voltar lá. Uma descida com pontes por cima de um pequeno riacho. Foi mesmo muito bom.
De seguida passamos pela barragem da mula onde estava a acontecer um evento para os mais novos com rappel por cima da água. Depois foi subir, mais uns trilho e regressar à base. Uma volta de 25 Kms com muita adrenalina.

25 April, 2007

BTT: Arruda dos Vinhos



As comemorações do 25 de Abril foram em Arruda dos Vinhos.
Parte do grupo foi à caminhada e a outra parte andar de BTT, ou seja, do meu grupo 5 pessoas foram à caminhada e 7 foram andar de BTT. Eu fui para BTT e fiz 18 Kms.
O tempo não estava muito famoso mas não choveu e não houve muita lama. O percurso teve alguns pontos onde só passava um de cada vez e muitos locais por onde só se passava a pé.



As paisagens eram muito bonitas e o abastecimento teve direito a laranjas "roubadas", as melhores.
Quem fez os 10Kms extras disse que teve direito a atravessar o rio e que aí é que haviam trilhos... Pois, essa parte devia de ser interessante. Outros que fizeram tudo é que parece que foi mesmo com força.
No fim do passeio houve almoço grátis. As bifanas e o vinho estavam bons. O cafézinho da tasca também calhou mesmo bem. Fiquei com vontade de lá voltar.

21 April, 2007

BTT: Porto Salvo



Um novo desafio: ir andar de BTT para Porto Salvo sem conhecer nada por essas bandas. Usando um track que andava perdido pela Internet foi carregar no GPS e partir para a aventura. Não foi fácil. Houveram momentos em que estávamos no caminho certo e noutros não. Em certas alturas fomos dar uma grande volta, mesmo muito grande. E ficou a impressão que estávamos a fazer o caminho todo ao contrário porque todas as subidas que encontrávamos estavam a pedir para ser descidas. Eu participei um pouco como guia mas a orientação podia ter corrido melhor. O material também nem sempre ajudou.
As paisagens que encontramos foram excelentes e o tempo estava muito bom.
Num dos pontos encontramos uma porção de terra plana no meio do mato sem que fosse possível descobrir que camioneta é que lá foi alisar a terra. Aquilo só ia dar a uma subida vertiginosa que se pode ver na foto acima. E como dois dias atrás choveu o chão parecia feito de areias movediças que se pegaram aos pneus. Até a bicicleta ultra-light do NOBBI ficou pesada.
Foram 16.5Kms percorridos. O track planeado não foi cumprido mas parou ao pé de um cafézinho muito interessante. Para a próxima começamos a partir desse ponto. Tenho ainda que ir experimentar esse café: tem muito bom aspecto.

15 April, 2007

BTT: Cabrela



Este Domingo foi dia de um mini-passeio de BTT. Fui com o meu sobrinho dar uma pequena voltinha para os lados de Cabrela. Foi um passeio para investigar os caminhos que há por lá.
Resumidamente foi seguir um riacho e ver onde dá. Passamos por duas pontes, muitas possibilidade de travessia, um sapo e uma caveira.
Foram 7,5 Kms que deram para picar o ponto e fazer um reconhecimento dos caminhos. Foram identificadas as armadilhas. Para a próxima a velocidade pode ser mais alta e a volta maior.

06 April, 2007

BTT: Sintra - a longa corrida



Mais um dia em Sintra. Era para ser só singletracks mas afinal foi andar a correr de um lado para o outro: "A gente quer é porrada!". Pedra Amarela, Barragem da Mula, Memorial dos Soldados e regresso. Uns longos 27Kms que acabaram bem depois do almoço. Também quando se falta duas vezes aos treinos há que tentar compensar de alguma maneira.



Apesar de terem existido muitas subidas, também houveram muitas descidas difíceis. Mesmo assim as paisagens são sempre deslumbrantes.



Também descobri dois singletracks com saltos grandes demais para mim. Eles que esperem.

01 April, 2007

Chuva: mais uma falta aos treinos



E estou eu a preparar-me para ir dar um passeio de BTT, arranjo as coisas, ponho as luvas, ponho o capacete e pimba: começa a chover. Não pode ser... Logo agora. Espero 5 minutos e não para. Decido que é melhor ficar para outro dia. Arrumo as coisas novamente no lugar, 5 minutos de conversa e volto para casa. Nesse momento reparo que parou de chover: hã... isto daqui a pouco começa a chover outra vez e 5 minutos desta chuva fico todo ensopado. Conclusão: não choveu mais durante o resto do dia. Deve ter sido um sinal!

19 March, 2007

BTT: Ciclovia de Cascais



Este fim de semana foi um passeio diferente. Seguindo recomendações fui experimentar a ciclovia de Cascais. Não fui sujar a bicicleta e fui experimentar terreno plano. A conclusão é que é muito mais fácil: nada de subidas custosas nem de ter que adivinhar o caminho.
Começamos ao pé das BICAS de Cascais mas à hora que lá chegámos já não havia nenhumas livres. Virámos para o lado do Guincho e foi sempre a pedalar na ciclovia. A nível físico fez-se muito bem. A outros níveis também. O único senão é que haviam muitos peões na ciclovia, existindo uns que se metem à frente das bicicletas. Fora isso foi excelente. Até descobri que os meus pneus têm um derrapar agressivo.



Como se pode ver o tempo estava bom. Não estava vento e havia muita gente a passear a até a tomar banho. Muitas pessoas a fazer desporto: bicicleta, partins, corrida, motociclismo, automobilismo e até segway no mato.
Chegado a este ponto voltamos para trás. A volta de regresso também foi feita nas calmas. Mas não ficamos no ponto de partida, avançamos até à marina de Cascais, passando pela boca do inferno.



A marina está em obras mas tinha muita gente. Estive no heliporto e numa parte nova da marina. Aqui também havia muitas pessoas a andar de barcos, barquinhos e barcões.
Isto de fazer passeios planos dá para fazer mais quilómetros e observar mais as vistas. Não tem é tantas descidas. Mas foi bom variar. 24Kms com algumas paragens e sem percalços técnicos. Recomendo para iniciados ainda mais no inicio do que eu.

15 March, 2007

11 March, 2007

BTT: Sintra como quem vem da Maveira da Serra



Domingo de Verão em pleno Inverno, Sol, Malveira da Serra, 10 horas: passeio semanal de BTT.
Logo no começo foram 2Kms a subir, subir. Bom bom era descer, mas para isso é preciso subir. O caminho passou logo por uma pista de downhill para avançados. Quando eu chegar a esse nível já sei que há aqui uma pista boa. Grandes saltos.



E depois foi subir ainda mais. Muito. Quem sobe por gosto também cansa. Mas o tempo estava bem bom e os caminhos eram todos novos para mim. Houve a necessidade de por o instinto a funcionar e o sentido de orientação.



Chegámos ao topo: não se acabaram as subidas mas chegámos ao ponto mais alto. Não havia máquina fotográfica potente o suficiente para capturar a paisagem. Só mesmo estando lá.
O primeiro objectivo foi cumprido: chegar à Pedra Amarela.



Dava para ver a ponte 25 de Abril com o Cristo Rei, a Costa da Caparia até a Guincho! Ao mesmo tempo podia-se ouvir os carros e motas no autódromo do Estoril.



Fui mesmo lá a cima. Vento fresco, bela paisagem, altura ideal para fazer uma pausa e comer. Foi a primeira parte da recompensa de tando subir.
A partir daí foi só descer. Foi excesso de descida a mais. Um desperdicio. Tanta energia a subir e depois está-se lá em baixo num instante.



Mas o segunto objectivo também foi comprido: Barragem da mula. É aqui. Já sabemos cá vir ter. Antes não sabiamos mas agora é só seguir as setas.



Atravessámos a estrada para o outro lado e o cenário mudou por completo. Fiquei admirado em encontrar cavalos soltos. É isso. São aquelas coisas pequenas na foto. Parecia que estávamos num episódio da Heidi. Campos verdejantes com flores, cavalos a correr livremente, ovelhas a pastar e trilhos desenhados no meio da relva. Esta ultima parte foi interessante.
Depois de passar por estes campos fomos ter a uma descida que só lá devem de passar motas e malucos. Aquilo para descer nem com a bicicleta pela mão, mas foi como nós fizemos, tivemos sorte. Depois mais um pouco de mato, um pouco de alcatrão e chegamos ao carro.
Mais 19Kms, muita água e ar puro. Belo dia de Verão.

08 March, 2007

Foto tipo passe




Ontem à noite fui fazer uma coisa que não fazia há muito tempo: tirar uma foto tipo passe.
Arranjei-me e fui a uma loja de fotografia dos tempos em que ainda se ia à loja para revelar as fotografias. Era a minha loja favorita. Era porque foi e também porque já não é. Cheguei lá e sentei-me para tirar as fotos. Click, click, click... A máquina era uma digital normal com fita cola isolante à frente do flash que de uma maneira qualquer sem fios fazia disparar dois flashs externos.
Eu acho que fechei os olhos em todas as fotos mas isso são os meus excelentes reflexos. O problema é que o flash fazia reflexo nos óculos. Ora no lugar de mudar a posição dos flash o Sr. Fotografo disse para eu inclinar os óculos que nos documentos não se ia notar nada. Eu comecei a achar que estava a ser enrolado mas lá lhe fiz a vontade. Mais uns quantos clicks e o Sr. disse que já estava. Saio do lugar pergunto qual o preço e o Sr. abre a máquina e diz: "- Ohhh... Vamos ter que tirar outra vez!" Parece que se tinha esquecido de por um cartão na máquina. Tirei mais fotos de óculos tortos e fui tomar um café. Quando voltei paguei as fotos e fiquei assustado com o que vi: as fotos estavam uma vergonha. Está bem que as fotografias não fazem milagres mas aquele não era eu. Via-se mesmo que estava a fazer frete e que tinha os óculos tortos. Tinha que tirar fotos noutro sitio. O problema não foi do material porque tudo aquilo, à excepção dos flashs, era material simples.
Noutra loja pequena que eu nem sabia que tiravam fotos tipo passe voltei a tirar fotos. Fui para um cantinho minúsculo e a Sra. com uma máquina normal (a minha é melhor) num tripé tirou as fotos. O flash usado foi o da própria máquina e quando tirou a primeira deve ter visto que fazia reflexo nos óculos e subiu o tripé! Ela tem que falar com o Sr. da primeira loja para lhe dar esta dica. Depois de tirar umas quantas fotos, saca o cartão, mete na máquina de imprimir fotos selfservice, mostra as fotos para eu escolher e pimpampum, fotos impressas. Estas estavam bem melhores que as primeiras. Nesta até sorri um pouco.
Conclusão, as lojas fotográficas já não têm equipamento milagroso que não se tem em casa. Tudo o que fizeram nas lojas eu também fazia em casa com a diferença que deveria de demorar um pouco mais de tempo. E pelo menos eu já li alguns livros a explicar alguns truques sobre fotos digitais. Só fazia bem a alguns Srs. das lojas fotográficas essas leituras.