24 January, 2009

BTT: Aventura pelo desconhecido



Com os tempos modernos existe cada vez mais tecnologia que nos ajuda nas tarefas do dia-a-dia. Por exemplo com o GPS já ninguém se sente perdido. Mesmo que a estrada não esteja no GPS, que o sentido da rua tenha alterado ou que a rua destino não esteja identificada podemos carregar no botão "Home" e a voz feminina explica que caminho tomar para voltar para casa. Resumindo, só se perde nos tempos de hoje quem não tem GPS. Ou então quem vá andar de bicicleta de noite sem luzes. A esta parte já chego mais à frente.

Com o objectivo de ir ter à casa de um biciclista desencaminhado, começa-mos o passeio na minha casa. Já tinha traçado um percurso no meu GPS e tinha um objectivo traçado. E como a alma desancaminhada tinha ido para Leiria passamos perto da casa dele mas avançamos logo. Este avanço significa atravessar a IC19 para o outro lado (pela ponte).
No outro lado tomamos uma rua de areia que tinha mais lixo do que qualquer uma que já tinha visto. Desde tijolos partidos até restos mortais de carros havia de quase tudo. No fim dessa estrada apanhamos outra de alcatrão e de seguida outra de areia.
A desvantagem de ter desenhado o caminho no GPS e depois estar a seguir-lo é que tivemos que parar em cada cruzamento que passavamos para descobrir para que lado deveriamos seguir. Dei ao meu colega a tarefa de decorar um caminho para que na próxima vez não seja preciso parar tantas vezes.
Numa curva a seguir entramos noutra estrada de areão muito mais larga com casas clandestinas. O ambiente começou a ficar um pouco sombriu. Mais à frente aparece um monte à esquerda com uma ovelha a meio e uma pequena elevação à frente. Tinhamos que seguir em frente pois o destino eram as casas que estavam no topo do monte. Após subirmos a elevação vimos que estavamos num planalto com mais ovelhar e umas barracas duvidosas do lado esquerdo. A velocidade aumentou e não houve vontade nenhuma de parar para descansar até chegarmos ao topo.
Lá em cima, depois de passarmos pelas casa passamos por uma central electrica que parecia saida do filme matrix.




Continuando o percurso avizinhava-se uma grande descida com zigue-zague. Após dar-mos com o trilho tivemos de descer bem devagar porque a noite começava a chegar. Numa parte da descida havia uma parte com pedras em que o colega de passeio fez um belo de um OTB. Nada de grave.
Aqui seguindo o zigue-zague fomos ter um um portão com uma corrente e um sinal de propriedade privada. Para ajudar ouviam-se bastantes cães, ouvia-se um riacho e não se via quase nada. Decidimos voltar para trás, não tudo mas para transpor o rio por um caminho. Todas as estradas que davam a entender que iam para o rio terminaram no rio sendo necessário voltar para trás novamente e experimentar no próximo cruzamento. Umas 5 tentativas depois descobrimos uma ponte onde a água passava por cima e depois tinha uma pequena queda de água. Não estava muito confiante mas como o primeiro passou bem avançei sem pensar muito e não houve problemas. Finalmente estavamos do outro lado.
Ainda continuavamos perdidos e a saida era para cima. Subimos ums estrada estreita que ficou mais larga e depois começou a ter riscos no meio. Estavamos no bom caminho mas parecia que estavamos no meio de nenhures e que a estrada subia para lado nenhum. Mas à frente lá reconheçemos o local onde estavamos: perto do MacDonnalds do Tagus Park. Granda bolta!
Felismente tinha-me lembrado no inicio da volta de levar a luz de trás da bike. Foi o que safou. para a próxima levo também as da frente. O regresso já foi por estradas conhecidas. Apenas agradeço aos Srs. das Merçês que fizeram o favor de desligar as luzes todas (da estrada e das casas) para que o impacto fosse maior ainda.

Bela aventura para o fim de uma tarde de Sabado. E não choveu nem estava muito vento. A disposição no passeio foi boa e ninguem refilou com as contrariadades que foram surgindo. A próxima vez que fizer este percurso já vou mais directo aos locais que quero. E vou de dia porque aquela ponte é demais. Há que registar a ponte com luz, porque a foto que lhe tirei está completamente preta. É uma ponte daquelas!

18 January, 2009

Cumbibio em Carcavelos



Foi a primeira tentativa de banho do ano de 2009. Não aconteceu porque estava a chover. Estive quase para ir mas não houve nenhum maluco/a para ir à minha frente e decidimos fazer a maluqueira quando estiver sol.
O tempo não estava frio, haviam pessoas a correr na rua, estava a choviscar e o café estava aberto.
Dedicamos o tempo ao cumbibio e a beber bebidas quentes. Tiramos algumas fotos e o banho promete.

Hã... O jipe que aparece na foto, para quem não esteve lá perceber melhor, estava em andamento. Estes carros que aparecem da esquerda sem avisar têm que passar a se controlar!

12 January, 2009

Não acha que era melhor fazer isto no Verão?



Acho mas também serve. Não podem fazer tudo de uma vez.
Não é no primeiro dia do ano mas vai ser na praia de Carcavelos.

10 January, 2009

BTT: Sobe e desce fresco



Para continuar na sequência da recuperação de forma fui dar uma volta pequena mas maior do que a anterior e com lama de qualidade (e não quantidade). Só eu é que desta vez fui obrigado a por o pé na lama mas nada de grave.
A volta começou às 16h e o Sol ajudou. Apenas no inicio é que senti a cara fresca mas rapidamente passou. De resto o agasalho funcionou como esperado e a água do bebedouro estava fresquinha como manda a lei.
O passeio foi pelo trilho do sobe e desce. Em cima pode-se ver um pequeno percurso que foi descoberto desta vez. Novas ligações na cabeça que permitem que não seja sempre a mesma coisa.
Desta vez os cavalos estavam envergonhados e ficaram lá longe. Nem após muitos chamamentos eles se dignaram a aproximar.
Sobre a forma física tenho a reportar que nos 10Kms do passeio as pernas não se queixaram nem um bocadinho mas a caixa respiradora deu alguns sinais. Se calhar é devido ao ar fresco. Nada que as subidas de Sintra não consigam aprimorar.
Fico à espera do próximo fim de semana. A ver se chove tudo durante a semana.

09 January, 2009

Está mesmo uma breja!



Os Srs da meteorologia desta vez acertaram mesmo na mouxe. E eu tenho que arranjar um spay daqueles que descongela o gelo dos vidros porque desta vez a garrafinha de água não foi suficiente. Não são preciso ceroulas mas está mesmo uma breja! A mão do rato que diga.

08 January, 2009

Está cá uma breja!



Pois dizem que está frio e é verdade. O outro que diz que de manhã está bem na caminha é que tem razão.
De manhã estavam 0º. Ao fim do dia estavam 4º. Agora deve de estar mais frio ainda mas vou já resolver isso.



E quando vinha para casa de carro, com os já referidos 4º, reparei que o vidro estava um pouco sujo e tive a brilhante ideia de ligar o esguichador e o limpa vidros. O resultado é que a água congelou no vidro e tive que encostar um pouco para esperar que o vidro descongelasse.
Isto é a prova que vivo na terra dos rijos.

07 January, 2009

Espirito de campista para BTT



Este vídeo deve de ser visto na véspera de um fim de semana. Serve para despertar o espírito de campista que há cá dentro. Talvez não na véspera deste fim de semana. Mas quem sabe...

05 January, 2009

Bike Tour 2009



As inscrições para o Bike Tour 2009 já abriram!
Eu não vou mas quem quiser avançar esteja à vontade. É uma boa oportunidade para quem não tem bike ou para quem quer mais uma.

A imagem está bem gira e foi tirada daqui.

Possível destino do próximo fim de semana



É disto é que eu gosto. Ir ali procurar uns caminhos e encontrar riscos destes, e logo ali ao pé. Ou seja, já tenho alternativa para o caso, cada vez mais provável, de nevar no próximo fim de semana. Não é que nevar seja mau, mas quando se está a pensar ir à praia tomar um banho é mau sem duvida alguma.

04 January, 2009

BTT: Destino Baixa de Sintra



O destino era mesmo ir dar um passeio até à baixa de Sintra dar uma volta de bike e terminar o período de férias do BTT. Correu bem porque acabaram as férias de BTT mas sem querer foi feito um novo baptismo de lama (ninguem o avisou que ia ser batizado!).
O primeiro obstáculo que impediu de atingir o destino pretendido foi as obras na ponte que de um lado deu para ultrapassar mas no outro lado não, de acordo com a imagem acima. É que esqueci-me dos pés de pato e fato de mergulho em casa. (Quem quiser faço visitas guiadas até esta piscina natural.)
Foi necessário arranjar uma caminho alternativo que consistia em seguir uma estrada de lama que é usada pelas obras da nova IC30. Nada que assuste. Lá fomos nós, fizemos uma subidazita, continuamos em frente pela estrada de lama que só não dava vontade de parar para não ficar com sapatos castanho. A progressão no terreno estava a ser lenta mas também não estava a custar muito até que de repente o terreno começa a ficar escorregadiu e com pouca tracção até que a bicicleta ficou imobilizada e aconteceu a desgraça: tive de por o pé no chão. O ruim não foi ter sujado o sapato mas sim que estavamos numa armadilha de lama pegajosa-sugadora-de-sapatos-e-aderente-a-pneus. Não recomendo a ninguem.
Primeiro tentamos continuar em frente para ultrapassar esta lama sugadora. Mas tivemos que voltar para trás, o que também não foi fácil. As alternativas eram por a bike ao ombro com mais 50Kgs extras de lama ou arrajar a bike de lado até terreno com maior aderência. Em qualquer um dos casos os sapatos estavam no chão e a ser chupados pela lama.
Voltámos para trás e tentamos limpar um pouco as bikes para ficarem minimamente funcionais. De seguida rodamos um pouco pelas redondezas, pois as nuvens estavam a crecer e eu passeio por cima de uma pedra e de uma tampa de esgoto aberta (não houve tralho por pouco).
Para animar no fim fomos molhar os pneus ao jardim ali perto que agora já tem água no riacho que por lá passa.
Foram 5,7Kms que demoraram muito tempo a fazer mas que deram para desenferrujar e confirmar que ainda sei andar de bike.